segunda-feira, 21 de maio de 2018

Medicamento é vital.


Sua saúde é a nossa prioridade.
Consulte-nos sobre seus direitos:
🏤 Rua Siqueira Campos, 1184 | Conjunto 311
🏙️ Porto Alegre, RS
☎️ 51 4066.1631
🌐 www.bancoderemedios.org
🌐 https://studiojuridicoadvogados.blogspot.com.br/

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Aí vem a solução: remédio em estudo pode ser esperança para cura do resfriado

De acordo com cientistas britânicos, medicamento em estudo cria bloqueio para evitar que vírus se multiplique

Apesar de apresentarem sintomas similares, o resfriado é mais leve e dura menos tempo que a gripe | Foto: iStock

Cientistas do Reino Unido acreditam ter encontrado uma maneira de combater o resfriado. Segundo estudo publicado no periódico Natural Chemistry, ao contrário da vacina da gripe, que visa a atacar o vírus em si, o novo tratamento contra o resfriado tem como alvo o hospedeiro infectado. Isso porque a molécula pesquisada bloqueia a proteína presente no corpo que é usada pelo vírus para se autorreplicar e se espalhar pelo organismo. As descobertas foram feitas em células pulmonares humanas e os primeiros resultados apareceram em minutos, bloqueando uma enzima conhecida como NMT. Os testes em humanos devem acontecer nos próximos dois anos.

Descobertas

Apesar da importância da descoberta, os pesquisadores admitem que o principal desafio é desenvolver um medicamento capaz de interagir com as enzimas dentro das células. “Os vírus sequestram as células hospedeiras para fazer mais cópias de si mesmos. Esta enzima é uma das hospedeiras que o vírus sequestra”, explicou Roberto Solari, co-autor do estudo e professor do Imperial College London, na Inglaterra. De acordo com a pesquisa, essa abordagem torna mais difícil para o vírus se tornar resistente a medicamentos.

No momento, a equipe trabalha na criação de um remédio que possa ser inalado, o que reduziria a chance de efeitos colaterais. “A ideia é que possamos tratar alguém logo que a pessoa é infectada, impedindo que o vírus se replique e se espalhe. Mesmo que o resfriado já esteja em curso, o remédio pode ajudar a diminuir os sintomas. Isso poderia ser muito útil para pessoas com doenças crônicas, como asma e fibrose cística, por exemplo, que podem ficar realmente doentes quando pegam um resfriado”, explicou Ed Tate, professor de bioquímica do Imperial College.

Há uma diversidade de vírus que causam o resfriado e eles estão em constante mutação e evolução, além de desenvolverem resistência a remédios muito rapidamente. Por isso, para os cientistas, a terapia será mais eficiente se focar no usuário. No entanto, testes mais aprofundados são necessários para comprovar que o tratamento não é tóxico ao corpo.

Gripe x Resfriado

A gripe é causada pelos vírus Influenza A, B e C. Os principais sintomas da gripe são febre alta (cerca de três dias), dor muscular, dor de garganta, dor de cabeça, coriza e tosse seca – mais evidente com o avanço da doença, podendo durar de três a cinco dias após o desaparecimento da febre. A transmissão da doença acontece de forma direta, por meio do contato com secreções de uma pessoa contaminada eliminadas através do espirro, da tosse ou da fala, ou indireta, por meio do contato com superfícies contaminadas por secreções respiratórias de um indivíduo infectado.

A melhor maneira de tratar a gripe é ingerir muitos líquidos, especialmente água, e descansar. Os medicamentos destinados para o tratamento dessa infecção também podem ajudar a reduzir os sintomas. Na maioria as vezes, as pessoas se recuperam dentro de uma semana.

Já o resfriado é causado por um vírus diferente, o rinovírus, mas exibe sintomas parecidos com os da gripe, como tosse, congestão nasal, coriza, dor no corpo e dor de garganta leve, embora sejam mais brandos e durem menos tempo (de dois a quatro dias). A febre não é muito comum e quando acontece vem em temperaturas baixas. As formas de transmissão do resfriado são as mesmas da gripe, assim como os tratamentos recomendados. A maioria dos infectados melhora, em média, depois de uma semana, mas pessoas com outros problemas de saúde (asma, por exemplo) podem ficar doentes por mais tempo.

Cadê o governo?


Sua saúde é a nossa prioridade.

Consulte-nos sobre seus direitos:
🏤 Rua Siqueira Campos, 1184 | Conjunto 311
🏙️ Porto Alegre, RS
☎️ 51 4066.1631
🌐 www.bancoderemedios.org
🌐 https://studiojuridicoadvogados.blogspot.com.br/

quinta-feira, 17 de maio de 2018

Curso Intensivo - A Equipe de Saúde nos​ Cuidados Paliativos: Intervenções Poss​í​veis


Professora
Me. Daniela Achette - Mestre em Ciências da Saúde pela Faculdade de Ciências Médicas Santa Casa de SP. Distinção de Conhecimento em Psico-Oncologia pela Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia, Membro da Comissão Cientifica da Pós-Graduação Latu Senso - Aperfeiçoamento em Cuidados Paliativos no Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês. Psicóloga da Unidade de Psicologia Hospitalar do Hospital Sírio Libanês.

Sobre o Curso
Conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS), "cuidados paliativos consistem na assistência promovida por uma equipe multidisciplinar, que objetiva a melhoria da qualidade de vida do paciente e seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento, da identificação precoce, avaliação impecável e tratamento de dor e demais sintomas físicos, sociais, psicológicos e espirituais". O Treinamento irá abordar as intervenções possíveis no cenário hospitalar dentro da realidade brasileira, a partir da assistência e educação sobre o tema.

Público Alvo
Psicólogos, estudantes de Psicologia, estudantes e profissionais da área da Saúde

Quando
Dias 22 e 23 de Junho

Horário
Dia 22/6 – Das 17h00 às 21h00
Dia 23/6 – Das 08h30 às 17h30

Onde
Porto Alegre/ RS – Local a confirmar

Investimento
R$ 300, 00 (parcelado em 3 vezes, através de boleto bancário) ou em parcela única através de depósito identificado.
R$ 250,00 (para grupos de 4 pessoas; valor por pessoa​, parcelado 2 vezes)
Formas de Pagamento: Boleto Bancário ou Depósito Identificado

BANCO DO BRASIL - 001 
AG: 8112-4
CC: 589-4
CNPJ: 25.205.731/0001-02
(Por depósito identificado ou comprovante via e-mail – contato@itepsa.com.br)

ATENÇÃO: A inscrição será considerada efetivada mediante preenchimento da ficha de inscrição (donwload aqui) e envio de comprovante de pagamento

Mais informações através do email contato@itepsa.com.br

Parceria com FBTC - ATCRS - SBPH

terça-feira, 15 de maio de 2018

Pacientes renais crônicos e transplantados estão sem medicamentos há 2 meses

Associação diz que pacientes correm risco de morte e denuncia situação ao Ministério Público Estadual

Pacientes renais crônicos enfrentam problemas com falta de medicamentos

Pacientes transplantados estão sem medicamentos há pelo menos dois meses, segundo a Associação dos Doentes Renais Crônicos e Transplantados de Dourados (Renassul). De acordo com o presidente da entidade, Feliciano Paiva, desde março, ou seja, os medicamentos Azatiaprina e Ciclosporina de 100 mg não são fornecidos na rede estadual. Por causa disso, a Associação vai formalizar denúncia ao Ministério Público Estadual. Segundo Feliciano, há cerca de 1 ano o medicamento não chega de forma regular, o que motivou diversas comunicações para a Promotoria de Justiça em Dourados.

De acordo com José Feliciano, não há uma regularidade na distribuição dos medicamentos. Além dos atrasos, os pacientes não recebem a quantidade de medicamento suficiente e recomendada pelo médico. "Quando falta o Ciclosporina de 100 mg, o paciente é orientado a tomar quatro comprimidos na dosagem de 50 miligramas, que não tem faltado na rede pública. O problema é que o paciente que toma dois medicamentos de 100 miligramas ao dia, não recebe quatro comprimidos de 50 mg para substituir. Ele recebe apenas dois, ou seja metade da dosagem recomendada", destaca.

Segundo Feliciano, tratam-se de remédios de alto custo que dificilmente são encontrados para venda nas farmácias e os valores podem chegar a R$ 600,00 no caso da Ciclosporina. "Cada caixa com 50 comprimidos não dá para 30 dias porque o paciente, na maioria dos casos, toma dois por dia. É um custo alto para as pessoas que hoje ganham apenas um salário mínimo", destaca.

No caso do Ciclosporina, é um medicamento imunossupressor que atua controlando o sistema de defesa do organismo, sendo utilizado para evitar a rejeição de órgãos transplantados. "A situação é gravíssima. Quando o paciente não toma o medicamento, corre o risco do corpo começar agir e rejeitar o rim transplantado. Com isso, o paciente pode perder o órgão e ter que voltar para uma máquina de hemodiálise. Isso, se ele não morrer.", lamenta.

O professor universitário Fernando Augusto Alves Mendes, fez um transplante renal em 2002 e desde então, necessita tomar um remédio chamado Ciclosporina 100mg. O remédio é de uso contínuo (1 comprimido ao dia) e cada caixa custa entre R$ 430,00 a 500,00. No ano passado, ele ficou 5 meses sem receber o medicamento e só conseguiu se manter porque custeou algumas caixas e tinha outras "de reserva" (do tempo em que passou internado). Agora, em abril, o problema voltou a acontecer e ele não recebeu o medicamento e está preocupado.

O paciente contou que no ano passado ficou há cinco meses ele não recebe o medicamento. Para não ficar sem, ele comprou pela internet, tendo em vista que o produto não é facilmente encontrado nas farmácias. "Tendo em vista a quantidade de impostos que pagamos, é revoltante não receber serviços básicos", lamentou na época.

Calvário

O presidente da Associação José Feliciano de Paiva disse ainda que considera a falta de distribuição do medicamento como um descaso com a saúde pública. " A Associação já chegou a buscar com familiares de pacientes que morreram, para ver se sobraram alguns comprimidos para doar de tão crítica que é a situação, além de humilhante. Mais de 40 pessoas são transplantadas em Dourados, boa parte dessas estão sem o remédio e cada dia que passa pode ser uma vida que estamos perdendo. Precisamos de uma resposta urgente", explica.

Outro lado

A redação entrou em contato com a Assessoria de Comunicação da Secretaria de Saúde do Governo do Estado, que até o fechamento dessa edição não se manifestou acerca do problema.

sexta-feira, 11 de maio de 2018

Medicamentos: desperdício e risco

Evento promovido em parceria da Faculdade Factum com o Banco de Remédios


Serviço

Medicamentos: desperdício e risco | Conscientização sobre o descarte e desperdício de medicamentos
Quando: Seguda-feira, dia 14 de maio | Das 9h às 17hs
Onde: Faculdade Factum
Largo João Amorim de Albuquerque, 60
Praça da Matriz | Centro Histórico | Porto Alegre | RS

O conteúdo

Você sabia que cerca de 1/3 dos medicamentos consumidos pela população são desperdiçados?

Sabia que este disperdicio gera um custo significativo nos cofres públicos? E que está verba pública poderia ser revertida em melhor qualidade na educação e na própria saúde?

Sabia que um medicamento descartado de forma inadequada, jogado no lixo doméstico ou na rede de esgoto, provoca danos ao meio ambiente? E que este medicamento causa intoxicação a população local e afeta a flora e a fauma ambiental?

E que este remédio pode ficar por muito tempo no meio ambiente prejudicando as gerações futuras?

Estima-se que 20% dos medicamentos adquiridos sejam descartados de forma inadequada no ambiente doméstico. Um estudo realizado pela Faculdade Oswaldo Cruz revela que de 1.009 pessoas entrevistadas em São Paulo, 7% já haviam recebido alguma orientação sobre descarte de medicamentos vencidos. Do total, 75,32% descartam a medicação no lixo doméstico e 6,34% jogam na pia ou no vaso sanitário. E mais, 92,5% nunca perguntaram sobre a forma correta de fazê-lo. Esses dados confirmam o fato de que a maior parte dos consumidor não sabe o que fazer com os medicamentos vencidos.

Os estabelecimentos e prestadores de serviços, que envolvem saúde e lidam com medicamentos, cumprem a resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – RDC 306/04, que regula o gerenciamento de resíduos. A responsabilidade pela destinação final é sempre do estabelecimento gerador do resíduo.

Isso envolve o processo de logística reversa, ou seja, a devolução aos fabricantes ou aos estabelecimentos que fazem uso das sobras. Assim como a indústria utiliza esse mecanismo, o mesmo deve ser feito pelo consumidor final. Para isso, os medicamentos vencidos podem ser encaminhados para diferentes redes de farmácias que aceitam os produtos e fazem a devolução correta.



quinta-feira, 10 de maio de 2018

Inflação acelera em abril para 0,22% com remédio e plano de saúde mais caros

Mercado esperava alta de 0,28% em abril, aponta pesquisa da agência Reuters


O reajuste nos preços dos remédios pressionou a inflação oficial brasileira em abril, elevando o índice para 0,22%, ante 0,09% no mês anterior.

Ainda assim, a inflação permanece nos patamares mais baixos desde o início do Plano Real, considerando o acumulado no ano ou em 12 meses.

Como resultado do reajuste anual vigente desde 31 de março, os preços dos remédios subiram 1,52% e contribuíram com metade da inflação de abril, informou nesta quinta-feira (10) o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O grupo Saúde teve alta de 0,91%, também pressionado por aumento no custo do plano de saúde.

Outros grupos que contribuíram para a inflação foram Vestuário (0,62%), puxado por preços maiores de roupas femininas, e Habitação (0,17%), por causa do preço da energia, impulsionado por reajustes na conta de luz no Rio e em Porto Alegre.